15 lugares para descobrir a Roma Antiga além do Coliseu

Mercado de Trajano em roma

Visitar Roma é estar rodeado por milhares de anos de história. A Roma Antiga está por todas as partes, desde o momento em que você põe os pés na capital italiana, até o momento em que vai embora. Em poucas palavras, seria possível fazer um roteiro de vários dias baseado apenas nos lugares ligados ao Império Romano.

Obviamente os lugares da Roma Antiga mais famosos entre os turistas são o Coliseu e os Fóruns Romanos. Mas seria impossível citar todos os lugares do Fórum, pois há muito para ver. Por outro lado, seria injusto escolher apenas um ou dois.

Enfim, considerando que você visite o Coliseu e os Fóruns Romanos, selecionei outros 15 entre os mais importantes símbolos da Roma Antiga para você conhecer e colocar no seu roteiro.

 

15 lugares da Roma Antiga além do Coliseu

  1. Teatro Marcello
  2. Pórtico de Otávia
  3. Mercados de Trajano
  4. Fórum Boario
  5. Ara Pacis
  6. Mausoléu de Augusto
  7. Panteão
  8. Largo Argentina
  9. Domus Aurea
  10. Mausoléu de Adriano
  11. Termas de Caracalla
  12. Termas de Diocleciano
  13. Via Ápia Antiga
  14. Tumba de Cecilia Metella
  15. Circo de Maxêncio


1. Teatro Marcello

Roma Antiga

Localizado entre a Ilha Tiberina e o Altar da Pátria, o Teatro Marcello é um tesouro da Antiguidade. Ao vê-lo, você poderá pensar que se trata de uma imitação do Coliseu, só que um pouco menor e mais antigo (foi construído 83 anos antes). E, de fato, o projeto do Coliseu pode ter se inspirado nele.

Durante seu império, Júlio César quis construir um teatro para rivalizar com aquele que seu inimigo construíu, o Teatro Pompeo. Ele fez os planos, mandou limpar o terreno onde construí-lo, porém foi assassinado antes das obras iniciarem, no ano 44 a.C.

Posteriormente, em 22 a.C. o Imperador Augusto resolveu retomar o projeto de construção do teatro, dedicando-o ao seu sobrinho Marcos Cláudio Marcelo, que morreu aos 19 anos, antes da inauguração do teatro em 12 a.C.

Com um diâmetro de 111m e uma altura de cerca 30m, ele era o maior e o mais importante teatro de Roma na época. Acredita-se que tinha capacidade para 14000 a 20000 pessoas. Além disso, tinha a forma de um semicírculo com um lado aberto e era coberto com mármore travertino. Em suma, era espetacular.

O lado aberto do Teatro Marcelo oferecia aos espectadores uma vista par a Ilha Tiberina, enquanto telas gigantes os protegiam do sol de Roma.

O Teatro Marcello funcionou como tal até o final do século IV. Na metade do século XIV, a família Savelli transformou o lugar em um palácio, que se tornou propriedade da família Orsini no século XVII.

Hoje em dia, é possível passear pela área ao redor do teatro, porém suas áreas internas não são acessíveis.

2. Pórtico de Otávia

lugares antigos de roma

Caminhando do Teatro Marcello em direção ao Gueto Judaico, você encontrará outras fantásticas ruínas da Roma Antiga. Trata-se do Pórtico de Otávia (Porticus Octaviae).

A estrutura foi construída originalmente em 146 a.C., e tinha uma grande praça retangular, a qual era cercada em seus quatro lados por uma fileira dupla de colunas. Ela abrigava dois templos: um dedicado a Juno e outro a Júpiter. Além disso, havia uma entrada de cada lado, mas hoje resta apenas uma delas.

Cerca de 120 anos depois, por volta de 27 ou 26 a.C, o Imperador Augusto decidiu reconstruir o pórtico e criou aquilo que vemos hoje, o Pórtico de Otávia. Otávia era a irmã de Augusto, a mãe de Marcello, ao qual foi dedicado o teatro.

As passarelas com colunatas do pórtico incluíam os templos e uma biblioteca recém-construída e erguida por Otávia em memória de seu filho. Após um terremoto em 442 d.C, a entrada foi reparada às pressas com um arco de tijolos em vez de reparar a colunata. Isso levou à sua aparência bastante casual hoje.

Durante a Idade Média e até finais do século XIX, o pórtico foi utilizado como mercado de peixe devido, em parte, à sua proximidade ao rio. A inscrição no pilar do lado direito do arco diz, em latim, “as cabeças dos peixes mais longas que esta placa de mármore devem ser entregues aos administradores da cidade, incluindo até as primeiras barbatanas”. Uma placa menor, do lado esquerdo do arco, proibia os jogos de rua.

3. Mercados de Trajano

Mercado de Trajano em roma

Os Mercados de Trajano formam um complexo semicircular de mais de 150 estabelecimentos construídos no período do imperador Trajano (100 – 112 d.C). Os mercados estão localizados na encosta do Monte Quirinale e o complexo era composto por cinco andares, onde, entre outras coisas, eram comercializados produtos hortifruti, especiarias, azeite e vinho.

Posteriormente, o complexo teve várias funções. No século XIII fazia parte das fortificações. Mais tarde, no século XVI, um mosteiro foi construído sobre as ruínas. E, de fato, quando o mosteiro foi demolido no início do século XX, as ruínas do mercado tornaram-se visíveis novamente.

Enfim, desde 2007 o complexo abriga o Museu dos Fóruns Imperiais. Neste museu você pode ver, entre outras coisas, esculturas, informações e reconstruções dos Fóruns Imperiais (Fórum de Augusto, Fórum de César, Fórum de Nerva, Fórum de Trajano e o Templo da Paz). Os Mercados de Trajano são, portanto, um lugar interessante para aprender mais sobre os fóruns da Roma Antiga.

4. Fórum Boário

Situado próximo ao Rio Tibre, entre três das sete colinas de Roma (Capitolino, Aventino e Palatino), o Fórum Boário (Forum Boarium, ou mercado do gado) é o mais antigo de Roma.

Antes de mais nada, no século VI a.C, um dos reis etruscos, Servius Tullius, construíu um porto naquele local. Barcaças subiam o rio carregando vegetais para o Forum Olitorium e gado para o Forum Boarium. Em síntese, era uma área comercial bastante movimentada.

Há dois templos importantes  no Fórum Boário. Embora você não gaste muito tempo para vê-los, valem a visita. De fato, estes são os templos religiosos melhor preservados da era republicana (509 a 44 a.C).

Roma antiga

Templo de Hércules Victor

Este pequeno templo circular é considerado o mais antigo templo de mármore em Roma. E ele está em ótimas condições, especialmente se considerarmos que ele data do final do século II a.C.

Dedicado a Hércules “Vencedor”, o templo tem 22 colunas coríntias que foram um círculo ao redor da área interna, onde antes havia uma estátua do deus Hércules.

O templo, às vezes chamado de “Templo de Hércules Olivarius” (o protetor das oliveiras), é considerado por alguns como o lugar onde Hércules descansou após completar o 10º de seus 12 trabalhos. No século XII, ele foi convertido em igreja pelo Papa Inocêncio III, que a dedicou a Santo Stefano alle Carozze, ou “Santo Estêvão das Carruagens”, talvez em referência ao intenso tráfego de carruagens na área quando o mercado era feito ali. Posteriormente, foi rededicado a “Santa Maria do Sol” e seu interior foi decorado com afrescos em 1400.

Templo de Portuno

O outro templo do Fórum Boário é o Templo de Portuno. O templo original foi construído no século VI a.C, entretanto aquele que vemos hoje é uma reconstrução do ano 80 a.C.

O edifício retangular cercado por colunas jônicas classicamente gregas era um estilo típico da era republicana romana. Entretanto, este é, de longe, o exemplar melhor preservado. No final do Império Romano, a área foi ocupada por lojas e, no século IX, o templo foi convertida em uma igreja. Ele entõ recebeu uma reforma modernizadora, completada com a adição de afrescos internos representando a vida de Maria.

 

5. Ara Pacis

Ara Pacis em Roma
Foto: Wikimedia Commons

A Ara Pacis era um altar externo dedicado à paz e às conquistas do Imperador Augusto. Augusto era um grande líder e político, uma figura imponente na história, que desenhou a Roma que hoje conhecemos. Ele já conhecia o poder da propaganda e, sem dúvida, a Ara Pacis é uma prova disso.

Antes de tudo, Augusto terminou com duas décadas de guerras civis no Império Romano e com a guerra entre a Espanha e a Gália. O imperador ficou nesses dois lugares por muito tempo em uma missão de paz e voltou de lá triunfante, trazendo paz para o império. Foi assim que depois de tantos anos cruéis, o Senado agora celebrava a paz com a construção de um “Altar da Paz”.

O altar é extremamente detalhado, feito com mármore de Carrara. Sem dúvida é uma obra-prima da escultura romana. Entretanto, originalmente, a Ara Pacis não ficava onde se encontra hoje, mas sim fora das muralhas de Roma, no Campo de Marte (Campus Martius), na época uma planície aberta ao norte da cidade. Somente em 1938 todas as partes da Ara Pacis foram escavadas e reunidas para que pudessem ser exibidas em sua localização atual. Em 2006, o arquiteto Richard Meier projetou o moderno e impressionante edifício do museu, tornando-o um dos poucos edifícios modernos no centro de Roma.

No museu, você aprenderá mais sobre o fundo de todos os relevos, que retratam Augusto, o senado, o povo, a deusa Roma e Rômulo e Remo. Por exemplo, no altar há o texto Res gestae divi Augusti, ou os feitos do divino Augusto. Veja mais informações sobre a visita no site do Museu da Ara Pacis.

 

6. Mausoléu de Augusto

Augusto morreu em 14 d.C, aos 76 anos, enquanto viajava para a Campânia. Ele governou por 45 anos, deixando uma marca importante no Império Romano. Para o seu descanso final foi construído um mausoléu, em frente à Ara Pacis. O lugar era todo coberto de ciprestes e loendros e suas paredes externas eram revestidas de mármore. No topo havia uma estátua de bronze dourado de Augusto. A entrada era ladeada por dois obeliscos de granito. Um deles hoje fica no topo do Monte Quirinale, como parte da fonte Dioscuri em frente ao Palácio Presidencial, e o outro na Piazza dell’Esquilino, atrás da Basílica de Santa Maria Maior.

Infelizmente, devido a saques e destruição, restou pouco do mausoléu original, o qual ficou por muito tempo abandonado. Mas após anos de restauração, o Mausoléu de Augusto abriu suas portas ao público em 1º de março de 2021.

É possível visitá-lo de terça a domingo, das 9 às 16h, mediante reserva. Como cada visita leva cerca de uma hora, então a última entrada é às 15h. Veja mais informações sobre as visitas e reservas no site do Mausoléu de Augusto.

7. Panteão

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Sem dúvida, o Panteão é um dos edifícios mais distintos no centro de Roma. Sua construção começou em 27 a.C., sob ordem de Marco Agripa e é um dos poucos edifícios totalmente intactos da Roma Antiga. Entretanto, o atual templo e a cúpula redonda que o distingue foram construídos sob o imperador Adriano, depois que o edifício de Agripa foi danificado por um grande incêndio em 80 d.C e outro incêndio causado por um raio em 110 d.C.

Na fachada você encontrará o texto em bronze ‘M.AGRIPPA.L.F.COS.TERTIUM.FECIT’, que significa “Marcus Agrippa, filho de Lucius, cônsul pela terceira vez, construiu isso”.

8. Largo di Torre Argentina

o que ver em roma

É provável que ao caminhar pelo centro da Roma Antiga, você se depare com este fantástico conjunto de ruínas que ficam a 5 minutos a pé do Panteão.

Em síntese, o Largo di Torre Argentina é uma série de 4 templos antigos posicionados um próximo ao outro, e todos voltados para o leste. Eles são chamados templos A, B, C e D, e remontam a um período entre os séculos III ou IV a.C ao século I d.C. Infelizmente pouco se sabe sobre eles, portanto muitas informações são suposições.

O templo A é o melhor preservado de todos e, provavelmente, era dedicado à deusa Juturna. O templo B é o mais recente, construído no início do século I. Já o templo C é aquele mais antigo e acredita-se que era dedicado à deusa Ferônia. Enfim, o templo D é o maior dos 4, embora tenha sido escavado só parcialmente. Construído cerca de 200 após o templo C, é um pouco confuso, pois tudo que podemos ver são os degraus e o pódio. Sabe-se também que era dedicado a Lares, uma divindade da Roma Antiga.

Ao caminhar ao redor do Templo A, você verá outro edifício próximo, atrás dos templos B e C. É uma parte do Teatro Pompeo, aquele que rivalizava com o Teatro Marcello!

9. Domus Aurea

Em primeiro lugar, é importante saber que a Domus Aurea é a “Casa Dourada” do Imperador Nero em Roma. Após um grande incêndio em Roma em 64 d.C, o imperador Nero mandou construir o enorme complexo palaciano Domus Aurea (“Casa Dourada”). Existem até boatos de que o próprio Nero iniciou esse incêndio para criar espaço para seu palácio. Enfim, o complexo de 80 hectares e mais de 150 cômodos, com muito mármore, marfim e paredes folheadas a ouro, era o palácio mais impressionante e caro de Roma na época. Na entrada havia uma colunata e uma estátua do próprio Nero com 35 metros de altura. Ao redor do palácio havia grandes jardins e um lago artificial. De fato, o Coliseu foi construído mais tarde neste lago.

Entretanto, Nero cometeu suicídio em 68 d.C, o que significa que ele nunca chegou a ver o palácio pronto. Mas seu sucessor, Otão, cuidou da conclusão das obras. Mas como Nero não era particularmente popular entre o povo, os imperadores que vieram depois demoliram parcialmente a Domus Aurea, com o objetivo de apagar as lembranças de Nero. Posteriormente, construíram outros edifícios no topo, como as Termas de Trajano.

Enfim, a visita à Domus Aurea só é possível em pequenos grupos liderados por um guia. O mais legal desse passeio é que, através dos óculos de realidade virtual, você pode ver como deveria ter sido o palácio de Nero. É necessário fazer a reserva online, a qual pode ser feita através do site da CoopCulture.


10. Mausoléu de Adriano

castelo de santo angelo em roma

Certamente você já ter ouvido falar do Castelo de Santo Ângelo, pois é um dos principais monumentos de Roma. Mas você sabia que ele tem um grande significado também para a Roma Antiga?

A princípio, o Castelo de Santo Ângelo era o mausoléu de um dos maiores imperadores da Roma Antiga, Adriano. Assim como Augusto, ele também valorizava a paz, ao invés das guerras sem fim. Ele construíu muralhas, promoveu a cultura e as artes, bem como a criação de edifícios incríveis.

No ano 135, Adriano iniciou a construir seu mausoléu, que deveria rivalizar com aquele de Augusto. De fato, o Mausoléu de Adriano tinha 50m de altura, era o mais alto edifício da época, maior que a coluna de Trajano e que o Panteão.

Adriano escolheu sua localização numa área deserta, a oeste do rio, para que sua grandeza se destacasse e deslumbrasse a todos. Originalmente, o edifício era coberto de mármore branco e tinha árvores plantadas na cúpula. Sua forma, tamanho e cor tornavam-no não só distinto numa cidade cheia de incríveis edifícios de mármore, mas também impressionante. O mausoléu foi concluído em 139, um ano após a morte de Adriano.

Durante o século seguinte continuou com a função de mausoléu, abrigando os restos mortais dos sucessores de Adriano. Isso durou até 271, quando o imperador Aureliano o transformou em fortaleza. Ao longo dos séculos manteve-se como um edifício importante. Além de mausoléu e fortaleza, também serviu de refúgio para papas, prisão e castelo.

Hoje em dia, você pode visitar o Castelo de Santo Ãngelo e conhecer os apartamentos papais, repletos de obras de arte incríveis.


11. Termas de Caracala

As Termas de Caracalla

As ruínas das Termas de Caracala datam do século III e têm o nome do imperador Caracala que, com seu pai, o imperador Septemius Severus, ordenou a construção da imensa casa de banhos. Juntamente com o Coliseu, esta foi uma das maiores estruturas da época romana.

As termas de 11 hectares, na época ricamente decoradas com belos mosaicos, afrescos e revestimentos de mármore, eram o maior complexo termal de Roma na época e podiam acomodar mais de 2.500 pessoas. Havia um conjunto de salas frias, mornas e quentes, piscinas, salas de massagem, vestiários, salas de recepção e até bibliotecas e bordéis.

Você pode conhecer as Termas de Caracalla com nosso passeio privativo em português! Veja mais informações sobre o Tour Termas de Caracalla.


12. Termas de Diocleciano

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Foto: Wikimedia Commons

As Termas de Diocleciano foram construídas entre 292 e 306 d.C. e tinham fama de serem as maiores de todas, podendo abrigar até 3000 pessoas por vez. Acredita-se, por exemplo, que elas eram ainda maiores que as de Caracala.

Lá também se encontrava a habitual variedade de banhos, bem como bibliotecas e ginásios. O conjunto foi ainda reforçado por um grande jardim com várias fontes e colunatas, e até uma pista de corrida.

Posteriormente, no século XVI, um complexo de igreja e mosteiro foi construído em parte das termas, que depois viria a se tornar um museu. O claustro principal foi projetado por Michelangelo.

Enfim, hoje em dia o Museu Nacional Romano engloba as Termas de Diocleciano. Portanto, para visitá-las, você terá que adquirir o bilhete do museu, que também inclui o Palazzo Massimo, a Cripta Balbi e o Palazzo Altemps.


13. Via Ápia Antiga

via ápia em roma

A Via Ápia Antiga (Appia Antica) é uma das estradas mais antigas de Roma e foi uma importante via de acesso à cidade. Parte da estrada ainda conserva os antigos paralelepípedos, onde ainda se vê claramente o desgaste dos trilhos das carroças. A Via Ápia Antiga tem um ar quase romântico com os ciprestes verdes e muitas ruínas ao longo da estrada de paralelepípedos.

Conheça nosso Tour Appia Antiga para visitar a Via Ápia Antiga e seus monumentos mais importantes.


14. Tumba de Cecília Metella

Tumba de Cecilia Metella em Roma

Antes de tudo, muitas famílias aristocráticas romanas tiveram seus túmulos construídos ao longo da Via Ápia. Assim, uma vez lá, você não pode deixar de visitar a tumba de Cecília Metella, um de seus monumentos funerários mais famosos. E o melhor é que você pode visitá-la com um passeio guiado!

Posicionada no ponto mais alto e mais proeminente ao longo desse trecho da Via Ápia, essa gloriosa estrutura podia ser vista por quilômetros. De fato, a tumba tem um diâmetro não inferior a 20m e se parece muito com um castelo, especialmente por causa das ameias que foram colocadas no topo. O sarcófago, que ficava em um peitoril funerário dentro da parede da enorme torre, mas hoje em dia se encontra no Palácio Farnese.

Embora seu mausoléu seja muito famoso, sabe-se muito pouco sobre Cecilia Metella. Por exemplo, não se conhece a razão de sua morte, nem mesmo quando aconteceu. Por outro lado, sabe-se que era a filha do general Quintus Metellus Creticus, que conquistou a ilha grega de Creta para os romanos.


15. Circo de Maxêncio

Via Apia em Roma
Foto: Wikimedia Commons

Na parte melhor preservada da Via Ápia, se encontram as ruínas do Circo de Maxêncio. Entre os anos 306 e 312, o imperador Maxêncio mandou construir neste local um grande complexo, composto pelo circo, um palácio e um grande mausoléu para seu falecido filho Valério Rômulo.

Em síntese, o Circo de Maxêncio era um lugar usado para corridas de bigas, lutas de gladiadores e várias outras formas de entretenimento público. Originalmente no circo havia um obelisco, que é aquele que se encontra hoje em dia na Piazza Navona.

Por fim, se você deseja visitar o Circo de Maxêncio, saiba que ele faz parte do nosso tour Appia Antiga!

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